Inteligência artificial cria apresentador virtual para programa de TV

Totalmente independente, repórter virtual da agência de notícias é capaz de ler boletins esportivos sem interferência humana
A agência de notícias Reuters anunciou o seu primeiro protótipo para a criação de um apresentador de TV totalmente orientado por inteligência artificial. Completamente automatizado, o repórter virtual foi criado para o noticiário esportivo e é capaz de fazer comentários sem nenhum script, edição ou produção humana. O projeto, divulgado em 7 de fevereiro, está sendo desenvolvido em parceria com a start-up londrina Synthesia.
O novo sistema utiliza inteligência artificial para agregar imagens pré-gravadas de um jornalista humano a boletins noticiosos completamente inéditos. A técnica se assemelha à empregue nos vídeos deepfake, em que a IA reconhece expressões e movimentos a partir de um banco de dados com imagens que mostram vários ângulos do rosto da pessoa. Nesse caso, o apresentador gravou uma série de falas sobre a Premier League, campeonato inglês de futebol.
“Primeiramente, usamos um algoritmo para combinar a fotografia e os relatórios da partida em tempo real com um feed de dados minuto a minuto do que aconteceu no jogo”, explicou Nick Cohen, chefe de notícias da Reuters, em entrevista à revista Forbes. Segundo ele, o mecanismo permite criar um roteiro sobre qualquer notícia.
“Em segundo lugar, trabalhamos com a Synthesia para filmar nosso editor de esportes e usamos sua tecnologia para criar uma versão dele gerada por inteligência, que pode ‘ler’ qualquer versão do roteiro dentro dos parâmetros definidos”, completou Cohen.
Em comunicado oficial, a Reuters afirmou que o protótipo é apenas uma “prova de conceito”, com o objetivo de mostrar o potencial dos serviços de notícias em tempo real quando aliados à tecnologia de inteligência artificial. Segundo a agência, o sistema ainda está em fase de protótipo e tem sido usado apenas para reportar notícias sobre partidas de futebol.
No entanto, Cohen não descarta a possibilidade de implementação da tecnologia em larga escala e em outras áreas além do esporte. “Embora o projeto ainda seja um protótipo, estamos realmente empolgados em explorar novas maneiras de usar imagens, relatórios e feeds de dados em tempo real para alimentar novos tipos de experiências de notícias impulsionadas pela IA”, disse à Forbes.
Via Forbes e Reuters

Oito truques que vão mudar o jeito como você faz pesquisas no Google

Oito truques que vão mudar o jeito como você faz pesquisas no Google
Dicas envolvem digitar os termos certos para filtrar resultados mesmo antes da buscar.

Alguns truques de pesquisa do Google podem ajudar a refinar os resultados e a chegar rapidamente ao conteúdo desejado. Embora a empresa use algoritmos sofisticados para tentar decifrar o que o usuário deseja por trás de algumas palavras digitadas, existem maneiras de abreviar os resultados, filtrando o que mais interessa mesmo antes de dar Enter. É possível, por exemplo, pesquisar palavras específicas e excluir determinados temas, usar frases incompletas e obter definições de qualquer tipo de termo digitado no campo do buscador. Veja oito dicas para explorar as maneiras de pesquisar na web.

1. Usar sinal de menos para excluir palavras
Um sinal de menos remove resultados relacionados a uma determinada palavra. O recurso é útil para evitar informações desnecessárias ao buscar um termo com múltiplos significados. Ao pesquisar “servidor -computador”, por exemplo, o Google retorna apenas com páginas sobre funcionalismo, excluindo conteúdo de informática.

2. Usar aspas para procurar por uma frase exata
Ao pesquisar por frases inteiras, use aspas para encontrar páginas que mencionam uma combinação específica de palavras. O recurso ajuda quando é preciso encontrar citações de artigos científicos ou de entrevistas sem precisar rolar por links que mencionam apenas trechos do termo completo. O truque pode servir também para identificar plágio: digite a frase suspeita completa entre aspas para saber se a mesma construção já foi publicada antes em outro lugar.

3. Usar “site:” para pesquisar páginas internas
Se a ferramenta de busca de um site não é muito boa, use o Google para encontrar páginas internas desejadas. Para isso, digite “termo + site:”, seguido pelo domínio principal. Por exemplo, para encontrar todas as notícias, fotos e outros materiais relacionados ao criador do Facebook no TechTudo, digite “mark zuckerberg site:techtudo.com.br” e obtenha uma lista de todos os conteúdos correspondentes.

4. Usar “filetype” para pesquisar determinado tipo de arquivo
É possível usar o Google para encontrar um arquivo específico sem precisar visitar páginas intermediárias. Para isso, digite a busca seguida de “filetype:” e o tipo de arquivo desejado. Por exemplo, é possível buscar sobre artigos científicos sobre o coronavírus em PDF com “coronavirus filetype:pdf”.

5. Usar “define” para definir uma palavra
O Google pode mostrar definições de algumas palavras automaticamente, mas é possível forçar essa função específica do site para qualquer termo de busca. Digite “define:” seguido do termo que você deseja obter a definição. O recurso funciona para obter significado de substantivos e verbos, assim como para outros elementos da Língua Portuguesa, como prefixos e sufixos.

6. Usar “related” para encontrar sites semelhantes
A função “related” do Google permite encontrar páginas com temática semelhante na Internet. O recurso é útil, entre outras coisas, para explorar alternativas a lojas famosas ou obter a lista de sites de todas as universidades do país: digite “related:uff.br”, por exemplo, para descobrir os endereços de todas as federais.

7. Usar asterisco para trechos desconhecidos
Um asterisco pode substituir palavras desconhecidas em uma busca de frase inteira. O truque serve para obter todas as variações possíveis de um determinado ditado ou trecho de livro, por exemplo, mesmo que uma ou outra palavra do meio sejam desconhecidas. O mesmo vale para encontrar a letra de uma música a partir de um refrão incompleto ou ambíguo: basta escrever o trecho conhecido entre aspas e deixar um asterisco onde houver dúvida.

8. Usar “OR” para fazer várias buscas ao mesmo tempo
O Google permite usar o termo “OR” para fazer mais de uma busca independente ao mesmo tempo. O truque é útil para combinar busca de passagens com múltiplos destinos possíveis, algo normalmente impossível de fazer em buscadores de voos. Digite, por exemplo, “passagem de “sao paulo” OR “rio de janeiro” para lisboa” para obter links de pesquisas das duas cidades.

10 dicas para um bom convívio em coworking

As pessoas estão optando por espaços mais próximos da sua casa e em ambientes mais criativos, para evitar o trânsito e melhorar sua qualidade de vida. Também, é claro que a tecnologia está mudando a dinâmica do mundo, e o ambiente de trabalho não é exceção. Os escritórios estão mudando e os resultados disso têm transformado a vivência profissional de muitas pessoas. Esse cenário se mostrou favorável às empresas de coworking, que precisaram se reinventar para oferecer uma experiência única e excepcional aos executivos que se mostram cada vez mais exigentes.

Não é porque trabalha sozinho ou com uma equipe reduzida em um coworking que o ambiente não há regras — muito pelo contrário. São nesses espaços que elas são essenciais para que não comprometa compromissos profissionais dos outros usuários. Mais do que uma lista de regras, é uma questão de bom senso e respeito, algo que também faz parte de qualquer ambiente de trabalho.
Para isso, Tiago Alves, CEO da IWG, maior grupo de coworking do mundo e detentor das marcas Spaces e Regus no Brasil, elencou 10 dicas para o convívio nesses espaços:

1) Cuidado com o barulho

Tenha consciência de que você está dividindo espaço com outros profissionais que, assim como você, precisam se concentrar. Portanto, controlar o volume da voz é importante. Se preferir, procure uma área do coworking mais reservada para fazer uma ligação ou reunião com menos pessoas em sua volta. Nesses casos, o ideal é buscar alguma cabine privativa para tratar assuntos sigilosos, por exemplo.

2) Use fones de ouvido

Ao efetuar ligações, ouvir música ou assistir algum vídeo, opte sempre por fazer isso com fones. Eles são essenciais nesses ambientes. Assim o som do seu equipamento não atrapalhará as pessoas ao seu redor.

3) Respeite a agenda das salas de reunião

Exceder o tempo de uso de uma sala pode atrapalhar a reunião de outro usuário que se planejou para usar a mesma logo após você. Verifique a disponibilidade das salas e siga os horários à risca.

4) Socialize

Aproveite o ambiente compartilhado para se relacionar, trocar ideias e experiências. Uma forma de acelerar esse processo de networking é aproveitar os espaços comuns do coworking — uma vez que, ao dividir espaços com outros profissionais é mais fácil iniciar uma conversa e quem sabe também o fechar negócios.

5) Respeite o horário de trabalho dos outros usuários

Socializar é bom, mas não puxe papo toda hora. Use seu bom senso e evite desconcentrar os colegas. Perceba os sinais de “não perturbe”.

6) Menos é mais

Não é necessário levar mais do que seu notebook para um ambiente de trabalho compartilhado. As unidades de coworking, geralmente são equipadas e prontas para os clientes usufruírem das instalações, que contam com salas de reunião, business lounge, acesso à internet, apoio administrativo sob demanda, estacionamento, entre outros serviços.

7) Participe dos eventos

Além da troca de conhecimentos que pode acontecer diariamente entre os usuários, participe dos eventos realizados no local. Workshops e palestras têm sempre a contribuir para seu currículo e sua rede de networking.

8) Reporte comportamentos que fujam às regras

Ao identificar algum comportamento que não se adeque ao local de trabalho, o primeiro passo é informar para a equipe interno do espaço, uma vez que eles poderão tomar as devidas medidas. Se for algo recorrente, o melhor é usar os canais de comunicação para apresentar a devida reclamação — o que tem se mostrado raro nesses ambientes, pois entre mais de 30 mil clientes no Brasil, o índice de conflitos é quase nulo.

9) Organização na cozinha também é essencial

A regra básica é: se sujou, limpe — quebrou, reponha. As geladeiras dos refeitórios também são compartilhadas, portanto evite colocar itens grandes para que todos tenham oportunidade de utilizá-la. Não consuma alimentos de outras pessoas e também não esqueça comida na geladeira, pois o alimento pode acabar estragando dentro do refrigerador.

10) Não monopolize um lugar

Como o próprio nome diz, o local de trabalho compartilhado permite a rotação de lugares dentro de um centro de coworking. No geral, 20% dos espaços são rotativos, mas 80% geralmente são destinados de maneira fixa às empresas, ou seja, dificilmente falta lugar para se trabalhar.

O conceito de um espaço compartilhado é incentivar a interação interpessoal de forma espontânea. Ao ter um bom convívio nesses ambientes, a produtividade pode aumentar, especialmente se comparar com o trabalho home office, uma vez que há menos distrações e é possível marcar reuniões no mesmo espaço.

Fonte: Site Valor Agregado / Link: https://valoragregado.com/

Máquina de cartão PluzApp

Ola!
O PluzApp, um dos “filhos” da Fábrica de Aplicativos da Infinitus, está trabalhando com máquinas de cartão de débito e crédito para ajudar nossos parceiros a vender mais produtos e serviços, com ótimas taxas. Iniciamos a pouco tempo, mas já estamos colhendo frutos.
Segue aqui duas de nossas primeiras entregas feitas para a Phoenix e A Manutenção do Lar.
Desejamos sucesso pra eles e caso tenham interesse é só fazer contato.

Fone: (41) 99111-8312
Email comercial@infinitussolutions.com.br

PluzApp utiliza EBANX como meio de pagamento

https://valoragregado.com/2019/12/05/pluzapp-utiliza-ebanx-como-meio-de-pagamento/

O PluzApp, aplicativo criado para facilitar negócios entre quem vende e quem compra pelo Whatsapp, vai contar com a eficiência do EBANX para pagamentos. A parceria marca o apoio da fintech que virou unicórnio, após receber investimentos que elevaram o valor da companhia acima de 1 bilhão de dólares, a uma ideia inovadora, também nascida na cidade de Curitiba.

O empresário Eduardo Aguiar, do PluzApp, explica que “o consumidor que baixa o app consegue fazer pedidos diretamente a um fornecedor de produtos ou serviços, via WhatsApp, com a vantagem de não haver cobrança de grandes taxas, como acontece nas compras feitas por aplicativos de entrega, por exemplo”. “O que seria taxa, pode se transformar em vantagens para quem compra e também para quem vende”, ressalta Eduardo. O PluzApp já conta com centenas de parceiros e pode ser baixado nas lojas de aplicativos do Google e da Apple.

O EBANX, que se tornou gigante ao viabilizar pagamentos de compras pela internet em empresas internacionais com pagamentos em reais, por clientes brasileiros, apoia o PluzApp por acreditar no sonho grande de quem, como a própria fintech, começou pequeno, na capital paranaense, e também pelo fato de a parceria estar alinhada com a estratégia de crescimento como ferramenta de pagamentos entre empresas e consumidores brasileiros.

Victor Silva, Inside Sales Director do EBANX, afirma que a operação de pagamentos no Brasil já tem um ano e mostra que pode dar uma grande contribuição nos planos de crescimento da empresa. “Estamos prontos para atender, com muita eficiência, o mercado nacional e empresas de fora que tenham interesse em se estabelecer no Brasil. E apostamos em ideias inovadoras como o PluzApp, que também conecta pessoas e facilita transações pela ferramenta de comunicação mais popular do país”, explica o executivo.

Fonte: https://valoragregado.com/

Os 10 eletrônicos mais buscados no período que antecede a Black Friday

 

 

Os 10 eletrônicos mais buscados no período que antecede a Black Friday

A Black Friday é um dos períodos mais esperados para realizar compras gastando pouco ou aproveitar as promoções e descontos em todo o comércio.
Na OLX, maior plataforma de compra e venda do país, é assim o ano inteiro. Diariamente, cerca de meio milhão de anúncios são publicados e mais
de 2 milhões de vendas de produtos novos e seminovos são realizadas todos os meses, principalmente os itens tecnológicos que, além de sua revenda
ser vantajosa tanto para quem compra como para quem vende, estimula a cultura de consumo colaborativo. “Tradicionalmente, os eletrônicos estão
entre os itens mais procurados durante a Black Friday. Hoje, na OLX, “eletrônicos e celulares” conta com mais de 1,4 milhão de anúncios e os dez
itens mais buscados representam 68% da demanda nesta categoria. Como o brasileiro já adotou o novo hábito de consumo de se apegar e desapegar,
o tempo de vida útil desses produtos aumentou e a nossa plataforma é o lugar para encontrá-los”, diz Phillip Klien, Chief Growth Officer da OLX.

Veja ranking dos 10 eletrônicos mais buscados nos dias que antecedem o período de promoções preferido dos consumidores da Black Friday:

1. Celular
2. Vídeo Game
3. Televisão
4. Notebook
5. Som Automotivo
6. Computador Desktop
7.Tablet
8. Vídeo Game Portátil
9. Câmera Fotográfica
10. Impressora

Fonte:   Por admin | novembro 21, 2019 | Black Friday, eletrônicos, Valor Agregado
https://valoragregado.com/2019/11/21/os-10-eletronicos-mais-buscados-no-periodo-que-antecede-a-black-friday/

62 milhões de buscas: Google Maps é o app mais procurado

Matéria publicada pelo nosso parceiro Gilberto Campo do blog https://valoragregado.com/.

 

Principalmente nas grandes cidades, se locomover de um lugar a outro, muitas vezes, se torna um desafio. Os aplicativos de transporte fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, seja para pedir um carro, oferecer caronas, consultar o gps ou até mesmo para verificar as alternativas de transporte público mais viáveis. Pensando nisso, a SEMrush , líder global em marketing digital, mapeou as principais plataformas focadas em mobilidade urbana para entender quais foram os mais pesquisados entre janeiro e setembro deste ano, em mecanismos de busca como Google e Bing.

O Google Maps é a plataforma mais pesquisada pelos brasileiros, com 62 milhões de buscas por seu nome. Além de gratuito, ele oferece ao usuário a visualização de mapas, imagens e rotas de satélite, funcionando como um GPS. A funcionalidade Street View é um diferencial, já que disponibiliza vistas panorâmicas, aumentando ainda mais a percepção da realidade dos lugares.

Em segundo lugar, a Uber recebeu 7,9 milhões de pesquisas na internet por seu nome, no período apurado, ele conecta a demanda e oferta de motoristas e passageiros por meio de transporte privado.

O terceiro lugar do ranking é para a plataforma BlaBlaCar, focada em caronas de longa distância e que conecta motoristas e passageiros dispostos a viajar entre cidades e compartilhar o custo da viagem, com mais de 60 milhões de membros em 22 países, recebeu 2,8 milhões de buscas por seu nome.

O aplicativo que se considera um guia do transporte público, Moovit, foi pesquisado 1,6 milhão de vezes. Ele reúne os trajetos e horários dos ônibus em São Paulo e região. Para o conforto do usuário, é possível escolher a melhor rota, já que ele disponibiliza as alternativas de caminhos possíveis.

O quinto aplicativo de mobilidade mais pesquisado pelos brasileiros é o Waze, que recentemente lançou a opção de oferecer caronas para economia de tempo e dinheiro, recebeu 1,5 milhão de pesquisas por seu nome na internet. Essa ferramenta é gratuita e fornece instruções de trajetos, mapa de trânsito ao vivo e alertas de incidentes, podendo interagir com outros usuários em tempo real.

Em sexto lugar, o aplicativo 99Pop é uma categoria para motoristas de carro particular que conecta passageiros mais próximos, foi o mais pesquisado durante o período, com 1 milhão de buscas.

O sétimo colocado mais pesquisado é o Buser, que viabiliza viagens entre cidades por meio de ônibus fretados que barateiam o custo para o consumidor final, recebeu 723 mil pesquisas por seu nome.

Em oitavo lugar e famosa pelos patinetes elétricos amarelos, a empresa Yellow recebeu 682 mil pesquisas dos brasileiros. A startup oferece aluguel de bicicletas e patinetes em diversas cidades do Brasil.

Em seguida, o aplicativo CittaMobi, que aponta os pontos de ônibus mais próximos, considerando a localização do usuário e faz a estimativa da previsão de chegada do usuário em seu destino. O app teve 400 mil procuras por seu nome na internet.

Em décimo lugar do ranking, está Cabify, com 378 mil buscas realizadas. O aplicativo conecta passageiros e motoristas, por meio de opções de categoria para cada necessidade do usuário, como carro particular ou táxi, por exemplo. Um dos diferenciais da plataforma a é ser uma empresa carbono neutro, que compensa toda emissão de CO² de suas operações.

Confira a lista dos top 10 aplicativos mais pesquisados entre janeiro e setembro:

1) Google Maps – 62 milhões
2) Uber – 7,9 milhões
3) BlablaCar – 2,8 milhões
4) Moovit – 1,6 milhão
5) Waze – 1,5 milhão
6) 99Pop – 1 milhão
7) Buser – 723 mil
8) Yellow – 682 mil
9) CittaMobi – 400 mil
10) Cabify – 378 mil

 

Link original da notícia

 

https://valoragregado.com/2019/10/27/62-milhoes-de-buscas-google-maps-e-o-app-mais-procurado/

 

Varejistas precisam adotar apps agora ou enfrentarão a obsolescência

 

Em texto de Alessander Firmino – Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina, feito dia 19 de Fevereiro de 2019 no blog Administradores Midias Sociais S.A, é dito que o número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre.

“A mudança para uma sociedade dominante em tecnologia alterou a forma como os consumidores interagem com os varejistas e gastam dinheiro. Na esteira dos recentes fechamentos de grandes marcas e da crescente presença de gigantes do comércio eletrônico, as empresas agora estão em alerta máximo e enfrentam uma pressão crescente para adotar o modelo omnishopper para se manterem competitivas.

No estudo da Criteo, intitulado “Análise do E-Commerce no Mundo”, referente ao terceiro trimestre de 2018, os dados indicam que promover um aplicativo e adotar uma estratégia de marketing omnichannel é a chave para o sucesso contínuo. Três tendências surgiram neste competitivo mercado global, moldando as estratégias de varejo e o futuro das vendas nos mundos físico e online.

1. Crescimento do mobile

Os consumidores têm uma variedade de opções para atender às suas necessidades de compra, incluindo a Internet, o desktop ou telefone celular, e as tradicionais lojas de rua ou shoppings centers. Mas um canal tem ganhado destaque – ainda dentro dos dispositivos móveis, os aplicativos. Os consumidores foram cativados pelos smartphones e suas capacidades cada vez maiores, bem como os tamanhos de tela e conveniências. Por sua vez, mais e mais compradores gastam dinheiro usando um aplicativo. Nunca foi tão importante para os varejistas aproveitarem essa oportunidade para alcançar os consumidores em seus próprios aparelhos.

O número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre. As transações na web e em apps cresceram a um ritmo constante, à medida que os consumidores se acostumaram mais a fazer compras por meio de celulares. Essa tendência foi impulsionada pela transição de telas menores e de menor resolução para as maiores e mais legíveis. Como os telefones de bolso se tornaram mais capazes, os consumidores gastam cada vez menos tempo com os tablets. Menos de uma em cada cinco vendas de celulares agora é feita em um tablet. Isto ocorre provavelmente pelo fato de que fazer compras em um smartphone ser possível em quase todos os lugares, enquanto os tablets, devido à falta de conectividade móvel e portabilidade, não são tão onipresentes.

A ascensão do canal de compras móveis é cada vez mais evidente em todos os países do mundo, de acordo com os dados de que dispomos. No Brasil, a participação das vendas por smartphones aumentou 41% nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos, cresceu 14% só no ano passado. Em outros exemplos, as transações móveis são responsáveis por 40% das compras na América do Norte e até 52% na Ásia.

2. Promoção ativa de aplicativos de compras

É essencial que os varejistas reconheçam o papel dos dispositivos móveis na jornada dos compradores e aproveitem seus aplicativos. Entre aqueles que desenvolvem e promovem seus apps, as compras móveis já representam 63% de todas as transações. Se você acha que não precisa de um aplicativo porque as compras online, seja pelo navegador do dispositivo móvel ou desktop, são suficientes, pense novamente. As compras por aplicativos têm taxas de conversão três vezes maiores que no navegador, seja no celular ou tablet, e quase duas vezes maiores do que as feitas pelos computadores.

Se você está presente somente no ambiente online, o efeito da promoção de aplicativos é ainda maior. Varejistas exclusivamente online que promovem seus aplicativos veem que 31% de todas as transações são feitas somente por esse canal. Compare isso com os 21% de transações que os varejistas tradicionais registram em seus canais de compra no aplicativo.

3. Varejistas omnichannel

Os varejistas tradicionais ainda têm outro incentivo para promover seus apps – compras na loja. Embora as compras no aplicativo estejam se tornando mais importantes, isso não significa que as lojas físicas estejam morrendo. Os compradores continuam desfrutando de uma experiência na loja e da conveniência das compras online. Os varejistas podem criar opções em aplicativos móveis que tenham recursos na loja, como encontrar onde a loja mais próxima está ou acessar promoções.

O benefício não para apenas na primeira venda. Com uma abordagem omnichannel, os varejistas podem coletar mais de quatro vezes a quantidade de dados de vendas de um determinado consumidor, otimizando as vendas futuras e o marketing, obtendo sucesso a curto prazo.

Todos os dados que temos sobre compras em dispositivos móveis e a experiência omnichannel demonstram a importância de alavancar celulares e tablets no atual cenário de varejo. Isso torna seu produto mais acessível, sua loja mais conveniente e seu marketing mais direto. É a maneira mais rápida de tornar sua marca ainda mais relevante para seus clientes, tanto online quanto na loja.”

Fica a boa dica para os empresários.

 

Diferença entre aplicativos e sistema Web

Desenvolvedoras perguntam na hora de montar um aplicativo: Quer um aplicativo que rode Web, Android oi IOS?

É uma pergunta crucial para o desenvolvimento da sua ideia, sabia?

Cada uma das aplicações que estão no mercado hoje em dia exigem programações distintas, seja em layout ou experiência, enfim… Desenvolvimento próprio.

Aqui juntamos algumas das principais distinções entre aplicativos nativos (planejados para rodar em uma app store) e os sistemas web.

Os aplicativos nativos são desenhados desde o começo para rodar em uma determinada plataforma, como Android ou IOS, portanto a empresa que for desenvolver consegue mapear e definir em sua equipe quais são os programadores especialistas em cada linguagem. Justamente por ser um aplicativo pensado para um sistema próprio, o nativo é mais rápido, confiável, com um melhor desempenho, maior tempo de utilização por parte dos usuários e tem a possibilidade de funcionar sem uma conexão com a internet. Sem falar que dentro desse ambiente próprio, fica mais fácil de pensar e criar uma experiência para o usuário. É dessa forma que foram desenhados e pensados os aplicativos como Facebook, Twitter, Instagram e tantos outros que usamos no nosso dia a dia.

 

Já o sistema web não chega a ser um aplicativo real. Na verdade ele está muito mais próximo de ser um site desenvolvido para dispositivos móveis do que um app em si. Assim como o aplicativo nativo, ele pode possuir uma boa experiência para o usuário, mas roda principalmente nos navegadores de web como Google Chrome, Safari, Mozila Firefox, portanto precisa da conexão à internet para funcionar. Apesar de não ocupar espaço na memória do seu aparelho móvel, eles acabam sendo mais lentos justamente por não estarem integrados ao seu sistema operacional. O sistema web é uma ótima escolha quando o seu objetivo é apenas apresentar o conteúdo ou ter uma presença online no mundo mobile, principalmente pela simplicidade de sua programação e adaptabilidade a diversas plataformas, como smartphones, tablets etc. Exemplos de empresas que produzem sistemas mobile são Google e Netshoes.

Sua ideia pode juntar esses dois tipos de aplicativo, sem problema, porque a mesma empresa pode ter tanto um aplicativo nativo quanto um sistema de web. Só vale lembrar que isso pode influenciar no preço por conta da quantidade de profissionais que estarão envolvidos nesse projeto.